Quem está formando nossos filhos? não é uma pergunta retórica. É um convite para olhar com atenção para tudo o que hoje disputa o tempo, o olhar e a formação das nossas crianças.
Algoritmos, redes sociais, jogos e influenciadores já fazem parte da vida de muitas famílias. A questão não é fingir que esse mundo não existe, mas decidir quanto espaço ele deve ocupar — e o que não podemos permitir que ele substitua.
O movimento nasceu do livro, mas não termina nele. Um livro pode ser lido sozinho; uma mudança de cultura, não. Ela acontece quando famílias conversam, escolas apoiam e comunidades constroem novos combinados.